Sindicato fundado em 1939 visando a promoção da educação e a valorização de todos os seus profissionais. Visamos a qualidade no Ensino Público e Privado.

29/07/2021

IPSS - Valorização dos Trabalhadores

O SINAPE ESTÁ ATENTO E DEFENDERÁ SEMPRE QUEM ESTÁ MELHOR QUALIFICADO.

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22/07/2021

Assim Não Vamos Lá...

MAIS UM ANO LETIVO E NADA DE NADA.




Mas nada de nada depois de 365 dias não é estar parado é retroceder.

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12/07/2021

Na EB2,3 das Olaias, a degradação é total, o Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) lançou um alerta sobre a situação a que a escola chegou, reclamando à Câmara de Lisboa uma intervenção urgente.

 ” A degradação da EB 2,3 das Olaias não é novidade. Muito recentemente, já depois de uma concentração no ano passado, o Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) lançou um alerta sobre a situação a que a escola chegou, reclamando à Câmara de Lisboa uma intervenção urgente.



Na Escola Básica 2,3 das Olaias, a degradação está por toda a parte Escola necessita de obras de requalificação profunda que o município diz que é o Governo que tem de assumir.
Contudo, o Ministério da Educação frisa que esta é uma competência dos municípios, mas refere que este estabelecimento escolar “integra a lista de escolas prioritárias para requalificação e modernização”.
Susana Santos sabe que já não vai ser ela a usufruir das melhorias por que agora luta. Só lhe falta um ano para abandonar a Escola Básica 2,3 das Olaias, em Lisboa, e adivinha-se trabalho de monta. “A escola está em grande estado de degradação”, resume, num encontro com moradores de Marvila onde foi recolher assinaturas para pedir obras no estabelecimento. Em dois dias, apenas com a colaboração dos colegas da sua turma do 8º ano, convenceram 180 pessoas dentro e fora da escola a aderir ao abaixo-assinado. Vai desfiando as misérias: “Não temos estores, não temos cortinas. Há salas que não têm pavimento nenhum. Chove dentro do ginásio.” Em conversa com o PÚBLICO ocorrem-lhe ainda mais problemas. “Às vezes há ratos a passar de um lado para o outro”, descreve. As salas de aula não têm aquecimento, há tomadas avariadas com os fios eléctricos expostos, os campos de desporto no exterior não têm iluminação, os telhados têm amianto.
Fátima Monteiro, funcionária do bar, também tem algo a dizer. “Os pavilhões estão mesmo uma miséria. Vidros partidos, estores partidos, a máquina de lavar louça não funciona e a arca não refresca.” Conclui Susana: “É um bocadinho injusto não termos as mesmas condições de colegas de outras escolas.” A degradação da EB 2,3 das Olaias não é novidade.
Muito recentemente, já depois de uma concentração no ano passado, o Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) lançou um alerta sobre a situação a que a escola chegou, reclamando à Câmara de Lisboa uma intervenção urgente.
Esta foi uma das escolas do segundo e terceiro ciclos que passaram para a gestão do município na sequência do processo de descentralização de competências.
Fernando Medina prometeu que elas teriam obras, à semelhança do que aconteceu com as escolas primárias, porque nelas havia “necessidades muito significativas”. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil elaborou um relatório sobre o estado de conservação dos estabelecimentos, a câmara lançou empreitadas, mas há poucas semanas o Tribunal de Contas rejeitou dar o visto prévio aos contratos. O vereador da Educação visitou a escola há duas semanas e diz ter verificado “um estado de degradação que não podemos admitir”.
Porém, de acordo com Manuel Grilo (BE), “grandes obras de manutenção continuam sob a alçada do Ministério da Educação” e “as escolas dispõem de uma verba anual de 20 mil euros” para conservação corrente.
No entanto, ao PÚBLICO, o Ministério da Educação frisa que esta é uma competência dos municípios, mas que “mobilizará as fontes de financiamento disponíveis” para “coadjuvar o esforço e o trabalho dos executivos municipais”. Assim sendo, o ministério de Tiago Brandão Rodrigues esclarece que a Escola Básica das Olaias “integra a lista de escolas prioritárias para requalificação e modernização”, pelo que “terá prioridade sobre aquelas que não tenham esta indicação”. No entanto, não avança qualquer data para obras nesta escola.
O Governo autoriza obras de emergência em escolas cujo mau estado compromete aulas LISBOA Sem a escola provisória pronta, os alunos da Escola n.º 72 vão ter aulas em instalações da junta LISBOA Câmara de Lisboa aprova novo estudo às condições das escolas de 2.º e 3.º ciclos e secundário.

Notícia do Público 08/07/2021
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09/07/2021

UBERescola ou GLOVOescola?

HÁ QUE ERRADICAR ESTE "CANCRO LABORAL" QUE NOS CONSOME...A PRECARIEDADE.


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Trabalhadores Não Docentes

ETERNIZAÇÃO DE PROBLEMAS NUM DOS PILARES DOS TRABALHADORES DO ENSINO PÚBLICO.


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Cerca de 1,8 milhões de certificados digitais emitidos em Portugal

 

Cerca de 1,8 milhões de portugueses já têm o certificado digital europeu, que será obrigatório nos hotéis e no alojamento local e no interior dos restaurantes dos concelhos de maior risco de covid-19, anunciou hoje fonte oficial.


Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde adiantaram à agência Lusa "que já foram emitidos cerca de 1,8 milhões de certificados" que atestam que o seu portador foi vacinado contra a covid-19, efetuou um teste com resultado negativo ou já recuperou da infeção pelo vírus SARS-CoV-2.

Estes certificados começaram a ser emitidos em Portugal em 16 de junho e entraram em vigor em toda a União Europeia em 01 de julho, com o objetivo de facilitar a livre circulação dos cidadãos nos Estados-membros de forma segura durante a pandemia.

Além deste objetivo, em Portugal este comprovativo tem outras funcionalidades, tendo o Governo anunciado hoje, após o Conselho de Ministros, que o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local em todo o território continental vai passar a estar sujeito à existência do certificado ou de teste negativo por parte dos clientes.

Além disso, os restaurantes em concelhos de risco elevado ou muito elevado vão passar a ter de exigir certificado digital ou teste negativo à covid-19 a partir das 19:00 de sexta-feira e aos fins de semana para refeições no interior.

A medida aplica-se apenas às mesas no interior dos restaurantes, segundo referiu a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

A ministra esclareceu, contudo, que a nova exigência, que não se aplica às pastelarias e cafés, começará a ser aplicada a partir do próximo sábado, a partir das 15:30.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.135 pessoas e foram registados 899.295 casos de infeção, de acordo com a Direção-Geral da Saúde. 

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.

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ECDC: "Fechar as escolas para controlar a pandemia deve ser o último recurso"

Os impactos negativos para as crianças são maiores do que os benefícios no controlo da pandemia. O que as escolas precisam é preparar-se melhor para identificar e conter potenciais surtos.


 O Centro Europeu para a Prevenção e Controlo da Doença (ECDC) afirma que o “consenso geral continua a ser que a decisão de encerrar as escolas para controlar a pandemia de Covid-19 deve ser usada como último recurso“, segundo um relatório da organização divulgado esta quinta-feira.

As potenciais vantagens de fechar os estabelecimentos escolares para crianças até aos 18 anos são largamente ultrapassadas pelos impactos negativos a nível de saúde mental e física e na educação das crianças, assim como o impacto económico na sociedade em geral. Assim, o ECDC recomenda que os estabelecimentos de ensino se preparem ainda melhor para o próximo ano letivo — distanciamento físico, evitar salas de aula muito cheias, entradas desfasadas, máscaras e ventilação, a mantêm-se como as medidas de base.

Enquanto medida de último recurso, o encerramento das escolas pode contribuir para a redução da transmissão do SAR-CoV-2, mas por si só é insuficiente para prevenir a transmissão comunitária na ausência de outras intervenções não-farmacológicas e da expansão da cobertura vacinal”, conclui o terceiro relatório do ECDC sobre “Covid-19 nas crianças e o papel dos estabelecimentos escolares na transmissão”.

O relatório destaca, inclusivamente, que o impacto do encerramento das escolas na contenção da pandemia foi maior na primeira vaga do que na segunda e considera que a implementação das medidas de higiene em vigor (com as escolas a funcionar) já permitem a diminuição do risco de transmissão.

“A disseminação de SARS-CoV-2 nas escolas é limitada quando estão implementadas medidas de mitigação adequadas”, refere o relatório, que admite que seja difícil detetar se a origem do surto foi a escola ou a comunidade. É acrescentado que é mais provável ser um professor a iniciar um surto na escola do que um aluno.

Os autores do relatório reconhecem, no entanto, uma limitação: a maior parte da informação disponível neste momento e usada na análise é anterior à disseminação da variante Delta. Considerando que esta variante pode atingir mais as crianças do que as anteriores, como alguns países têm reportado, o ECDC recomenda “cautela na interpretação dos resultados reportados”.

As crianças podem ser infetadas e transmitir o vírus, mas têm geralmente doença menos grave e, consequentemente, menos casos de internamento e morte do que outras faixas etárias. O relatório admite, no entanto, que o impacto que uma infeção com SARS-CoV-2 em idade pediátrica poderá ter no futuro ainda não é conhecido e deve ser alvo de estudo prioritário.

No relatório é reforçada a necessidade de testagem dos casos sintomáticos, do rastreio dos potenciais contactos e do isolamento das pessoas infetadas ou suspeitas de infeção. E recomenda que se considerem não só os funcionários das escolas e as crianças, mas também os cuidadores.

Além disso, o ECDC lembra que as “as escolas têm um papel chave no desenvolvimento do pensamento crítico, assim como na literacia em ciência e saúde, como meios de combater a desinformação sobre a pandemia e outros temas relacionados com a saúde”.

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Publicadas listas de colocação. Mais de 2.450 professores entram nos quadros do ministério da Educação

 Quadros do ministério da Educação reforçados com cerca de 2.400 professores através do concurso externo. No concurso interno foram 12.500 os docentes a conseguir movimentar-se.


Mais de 72 mil professores, incluindo os de ensino artístico especializado da música e da dança, ficaram esta quinta-feira a saber se tinham conseguido uma vaga nos concursos do ministério da Educação. As listas de colocação e não colocação foram publicadas pela tutela que revela a vinculação de mais de 2.450 aos quadros do ministério da Educação.

Segundo o ministério “2.424 docentes vincularam através da norma-travão  para os quadros do Ministério da Educação, a que se somam os 31 docentes que vinculam através das vagas da norma-travão para os docentes do ensino artístico especializado da música e da dança”.

“Movimentaram-se no concurso interno cerca de 12.500 docentes, em resultado das vagas abertas pela primeira vez e também pela libertação decorrente da movimentação interna. O número de candidaturas aos concursos ascendeu a 72.000”, acrescenta ainda o ministério da Educação em comunicado.

Os professsores que não conseguiram vinculação através do concurso externo, mantêm-se “para o concurso de contratação inicial, bem como para as sucessivas reservas de recrutamento, ao longo do ano letivo, devendo para isso manifestar preferências de 19 a 23 de julho através do Sistema Interativo de Gestão de Recursos Humanos da Educação”.


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Colégios privados cumpriram objetivos do ano apesar de interrupção

 

Os colégios privados conseguiram cumprir os objetivos de mais um ano letivo afetado pela pandemia de covid-19, mas lamentam a interrupção forçada em janeiro e pedem ao Governo que respeite a autonomia destas escolas no próximo ano.


O ano letivo terminou oficialmente na quinta-feira, com o último dia de aulas dos alunos mais novos, do pré-escolar, 1.º e 2.º ciclos, e hoje a associação que representa os colégios privados fez um balanço positivo de outro ano atípico.

"Apesar dos condicionamentos decorrentes do contexto pandémicos, as escolas privadas foram capazes de cumprir os seus objetivos letivos e pedagógicos", escreve a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) em comunicado.

No entanto, a associação recordou a interrupção letiva forçada no final de janeiro, devido ao agravamento da situação epidemiológica em Portugal, lamentando que, na altura, o Governo não tenha permitido que os colégios continuassem a dar aulas 'online'.

Em 21 de janeiro, o primeiro-ministro anunciou que as atividades letivas seriam suspensas durante duas semanas, uma interrupção que seria compensada noutros períodos de férias e com mais dias de aulas no final do ano.

As escolas particulares tinham outros planos e pretendiam adaptar-se à nova contingência com aulas à distância, como aconteceu com a generalidade do ensino em março de 2020, mas dias mais tarde o ministro da Educação esclareceu que não havia exceções.

No entender da AEEP, reafirmou hoje a associação, a decisão da tutela foi uma "tentativa de limitar a liberdade de continuar a trabalhar 'online' com os alunos", que espera não se repetir no próximo ano caso a pandemia volte a impor o encerramento das escolas.

"Apelamos ao Governo para que, no próximo ano letivo, em caso de necessidade, respeite a autonomia das escolas privadas, evitando proibições letivas e ou a tentativa de impor um calendário escolar único", disse o presidente da direção nacional da AEEP, citado em comunicado.

Segundo Luís Virtuoso, as escolas têm planos de contingência e capacidade para lecionar à distância com recurso a meios digitais, evitando paragens como aquela que considerou "totalmente desnecessária" e "sem ganhos ou benefícios evidentes".

Esses planos, que os colégios já têm prontos para implementar no próximo ano, partem dos mesmos que, segundo a AEEP, lhes permitiram cumprir os objetivos para 2020/2021.

"Preparados há um ano, funcionaram com sucesso, permitindo que os programas curriculares fossem lecionados na íntegra e que as aprendizagens se tivessem efetuado sem perdas relevantes", relata a associação, sublinhando em particular a "gestão dinâmica da utilização de meios digitais".

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