Sindicato fundado em 1939 visando a promoção da educação e a valorização de todos os seus profissionais. Visamos a qualidade no Ensino Público e Privado.

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27/10/2020

Nota de Imprensa: Assistentes Operacionais em Trabalho Involuntário

NÃO PACTUAREMOS COM ILEGALIDADES E MÁS PRÁTICAS.


O SINAPE NÃO DESISTE, INFORMA E DIVULGA.




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16/10/2020

Nota de Imprensa: Misericórdia Para os Trabalhadores

AS MISERICÓRDIAS OLHAM PARA OS OUTROS. E SE COMEÇASSEM A OLHAR, TAMBÉM, PARA OS SEUS?



O SINAPE NÃO DESISTE, INFORMA E DIVULGA.





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Combate à Covid-19 nas Escolas: Que Resultados?

INQUÉRITO ÀS MEDIDAS PARA CONTROLAR A COVID-19 NAS ESCOLAS


OS DOCENTES E NÃO DOCENTES RESPONDERAM A VÁRIAS PERGUNTAS NUM QUESTIONÁRIO DO SINAPE.

A
































SINAPE - SINDICATO NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO. O QUE NÃO DESISTE HÁ MAIS DE 81 ANOS 

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14/10/2020

Nota de Imprensa: Secretarias das Escolas

 HÁ QUE CONTINUAR A LUTAR PELO QUE É JUSTO!





O SINAPE nunca deixou, nem deixará, ninguém para trás.




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TIC? É Mais TIP: Tecnologias da Idade da Pedra

A HISTÓRIA QUE TE VAMOS CONTAR NÃO SE PASSA NO SÉCULO XIX, NÃO É FIÇÃO, NEM IMAGINAÇÃO. É REAL E ESTÁ A OCORRER AGORA NO SÉCULO XXI PÓS-COVID! ALGURES NUMA ESCOLA PERTO DE TI.




Voltámos ao tempo da lousa da pedra) que podia ser usada por vários alunos bastando passar uma esponja no que o último tinha feito e ficava pronto a usar!



Há alunos em grupos de três a usar o mesmo computador, que como se sabe, inclui teclado e "rato". Quem desinfeta? Quem limpa? Entre cada utilização individual? Quem ensina não é para limpar é para auxiliar os alunos a aprender a usar tecnologia. Voltámos ao tempo da esponja em pedra de ardósia.


Nunca há dinheiro para o que faz falta, só para o supérfluo!


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11/09/2020

Educação Insegura? Não Obrigado!

OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESTÃO SEMPRE PREPARADOS E PRONTOS PARA MAIS UM ANO LETIVO.


É assim desde que se conhecem como integrantes da Escola, Educação e Ensino.


Em 2020/2021 há muitas incertezas alicerçadas pelas certezas vividas e suportadas depois do segundo período de 2019/2020. 

A pandemia (Covid-19) continua, ainda que a um ritmo mais baixo, mas continua. Lentamente. Sorrateiramente. Quem negar... mente.



A tutela diz que tudo está bem e previsto. Mas já "sabemos o que a casa gasta". Já ficámos "escaldados" aquando das negociações. Quando se transforma um «do" em «de». Uma luta justa que não está esquecida. Apenas suspensa devido à situação atual.




A Escola tem de funcionar - já se percebeu, pois não há só elementos negativos nas crises, também há ilações a tirar - por que é um elemento estruturante da atual sociedade ocidental. Fechando os Estabelecimentos de Ensino "fecha-se" a economia de cada País. Só os serviços mínimos - saúde, transportes, pouco mais... funcionam. Aliás até há "Escolas" que nem podem fechar, para dar alimentação a jovens. A "Escola" é muito mais que um lugar, é um Mundo. Quem trabalha lá e vive nelas já sabia. Agora todos ficaram a saber.





Anunciam-se medidas mas também já se percebeu que são mais as condições físicas a adaptarem-se a essas "medidas" que estas a imporem-se ao que existe!



Os "Estabelecimentos de Ensino" não podem ser incubadoras da Covid-19 que passará a 20! Será que são as Escolas - não se preparando as tais medidas mas adaptando-as de avulso - a gerarem um novo surto? É necessário perceber que os jovens são um dos grupos de menor risco, mas a "Escola" tem um grupo de docentes muito envelhecido e pessoal auxiliar que também já não caminha para novo...



Os alunos necessitam dos profissionais da Educação. Os Docentes e Auxiliares necessitam dos «seus» alunos. Foi esta vida de hábitos - o novo ano começa em meados de setembro, não no 1.º de janeiro e apenas férias em agosto - que escolheram. Decisão voluntária aquando do momento que entenderam mas exigem respeito e condições. A Carreira Docente não pode ficar vulnerável por más e incipientes decisões da tutela pois quem define o modo, a forma e conteúdos curriculares e não curriculares, tempos, espaços não são os Profissionais da Educação, embora como último e mais fraco ela da cadeia os alunos e pais/encarregados de educação tenham essa ideia ou são levados a ter essa ideia pelo facto dos profissionais serem o rosto da Educação. Que quem manda e está escondido, pois deve estar resguardado, não se esconda ainda mais ao não assumir responsabilidades.



Queremos um Novo Ano, mas queremos que haja a segurança QB que se impõe face aos condicionalismos da atualidade nacional e Mundial.

A "Escola" não pode ser cobaia de experimentalismos e relativismos. Queremos mais certezas e menos intenções.

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26/08/2020

Professor? Missão (Quase Im) Possível?

A QUEM TUDO É EXIGIDO POR TODOS * ATÉ DE MODO CONTRADITÓRIO.




* Todos: Governo/ Ministério da Educação, Pais (Encarregados de Educação), Alunos e Sociedade (Opinião Pública e Publicada).

Ser professor tornou-se uma das profissões mais especializadas da Sociedade Humana para poderem responder às contradições que essa organização social vai criando, tendo de gerir interesses diferentes (por vezes opostos) e cumprir o objetivo primordial: que os jovens cheguem a adultos com sabedoria (ou, na nova linguagem tecnocrática... ferramentas) - conhecimentos necessários e capacidade de análise - para poderem optar pelo caminho que escolherem e terem sucesso.

A Sociedade Humana foi fazendo do Professor o promotor mobiliário da sua Utopia.



Indicar o caminho da Felicidade aos Alunos mesmo se estes viverem num ambiente de hostilidade e desonestidade.

Mas não lhe dão meios. Dão-lhe sugestões e os professores que consigam fazer do Impossível... Possível.

O QUE SÃO?


Profissionais com conhecimentos científicos alicerçados em Licenciaturas, Mestrados e Doutoramentos mas muito mais que isso.
Profissionalização com valências em pedagogia e modos de passar conhecimentos e avaliar.
Experiência que permite perceber individualmente cada situação mum contexto colectivo o que torna a Docência uma atividade de elevado valor na sociedade, pois poucos o conseguem.
Aliás o contraste entre um "Professor" e um "Ensinador" (candidato a ser Professor) é flagrante gerando ruído na comunicação social por falta de preparação (capacidade em lidar com situações muitas vezes no limite e para as quais ninguém ensinou, pois resultam de anos de experiência).

QUE MEIOS DEVERIAM TER?

Respeito pela tutela (Governo/Ministério da Educação) cumprindo, a tempo e horas o acordado com os Sindicatos, dando o exemplo de rigor - que é dado pelos Docentes que tutelam - para poderem colocar ao serviço da comunidade os seus saberes; 
Valorização remuneratória para terem reconhecimento social; 
Carreira adequada à responsabilidade social que têm e que funcione na prática e não apenas em teoria.
Condições de trabalho minimamente aceitáveis. Os Docentes não trabalham num gabinete equipado com o que necessitam para um dia laboral. Descolam-se (mesmo com alguma incapacidade temporária ou crónica) entre espaços, por vezes distantes, de difícil acesso e em estado de degradação impróprio para atividades laborais quanto mais para ensinar jovens.

O QUE NÃO PODEM SER?   


Mão de obra barata com remunerações exíguas (e impostos elevados e desincentivadores) no início da carreira que afastam muitos jovens da possibilidade de equacionarem serem Professores apesar dos bons exemplos de vida e saber estar que tiveram enquanto Alunos;
Não haver estrangulamentos na avaliação em dez escalões - e não automática - como os Governos em conivência com os opinadores nos media tentam fazer parecer verdade o que é mentira;
A impossibilidade de ter uma carreira contínua baseada na avaliação e não no sistema de quotas é um dos fatores repulsivos que têm afastado cada vez mais os candidatos a Docentes;
Trabalhadores envelhecidos numa profissão exigente - em que há medida que cresce a idade e a experiência - deveriam passar esses conhecimentos a gerações de Docentes mais novos em vez de gastar o tempo em tarefas burocráticas inúteis. 

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17/08/2020

Anda Uma Mãe a Criar Filhos Para Isto?

O ENVELHECIMENTO DOS DOCENTES PORTUGUESES JÁ NÃO É PREOCUPANTE COMEÇA A SER UMA TRAGÉDIA.



A estatística é como o algodão. Não engana. Portugal tem o corpo docente mais envelhecido da Europa. Só a Itália (ensino básico) e a Grécia (ensino secundário) superam o nosso País. 


ENSINO BÁSICO: Portugal tinha um rácio de 3 290,8 por cento, em 2018, que aumentou em 2020 pois mais de metade (50 por cento) dos professores têm 50 ou mais anos (limite de 70 anos, embora a aposentação seja aos 66,5 anos). Em 2000, o rácio era de 145,9 por cento (clicar para PORDATA). "Explorar" a estatística apresentada pela "Fundação Francisco Manuel dos Santos" e comparar com os restantes países é assustador!



ENSINO SECUNDÁRIO: Portugal tinha um rácio de 3 273,8 por cento, em 2018, que aumentou em 2020 pois muito mais de metade (60 por cento) dos professores têm 50 ou mais anos. Em 2000, o rácio era de 61,3 por cento (clicar para PORDATA). Comparar as cifras com Países considerados "modelo e a seguir por Portugal ao nível das práticas e pedagogia" é confrangedor.

A COVID-19 colocou a nu as fragilidades de um sistema de ensino suportado por uma Classe Docente que está muito acima do aceitável, em termos de idade biológica para exercer em plenitude as funções que deve assumir profissionalmente. E os Docentes fazem-no, mesmo em dificuldades, por respeito aos Alunos e à sua Profissão.



O confinamento mostrou o que se sabia, teorizava mas que a tutela se recusa a resolver. Com mais de metade de Professores Envelhecidos, por isso, cada vez mais próximos da idade em que os problemas de saúde se agravam a Escola corre o risco de entrar em colapso se uma vaga, mesmo que ligeira, fizer agravar os infetados com o coronavírus.

O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO TEM DE OLHAR O PROBLEMA COM FRONTALIDADE EM VEZ DO FAZ DE CONTA QUE QUER RESOLVER E VAI DEIXANDO PASSAR O TEMPO. 

SÓ QUE O TEMPO NÃO VOLTA PARA TRÁS. SEGUE SEMPRE EM FRENTE.

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05/08/2020

Quando o Mínimo é Máximo

A NECESSIDADE DE FAZER DO SALÁRIO MÍNIMO A REFERÊNCIA PARA O INÍCIO DAS CARREIRAS TORNOU-SE UM ESCÂNDALO.


OS ASSISTENTES OPERACIONAIS NÃO PODEM SER CONSIDERADOS COMO PROFISSIONAIS SEM QUALIFICAÇÕES.

Acabou por se subverter o conceito de ordenado mínimo nacional, agora designado, retribuição mínima nacional e destruir a lógica do escalonamento dos escalões/índices das carreiras em função da antiguidade, habilitações, experiência e responsabilidades.

O Ordenado mínimo foi criado, em 1974, tendo em conta que havia necessidade de garantir um mínimo mensal aceitável para que quem não tivesse qualquer tipo de habilitações, experiência ou qualificações mas trabalhasse pudesse auferir um valor aceitável como retribuição pelo facto de estar a trabalhar, ou seja, contribuir para a economia nacional.


Depois o tempo fez subverter o conceito passando a fazer parte, como referência - do início das carreiras - de atividade e profissões com poucas mas algumas qualificações.


O que ocorre agora, desde há alguns anos, é a criação de escalões tão curtos em termos de diferenças salariais que qualquer aumento do ordenado mínimo acima da habitual percentagem diminuta faz desaparecer os escalões inferiores de forma plural. Isso é a subversão do sistema.

Estão a ser remunerados com a remuneração mínima nacional profissões e atividades, profissionais com qualificações muito acima de poderem ser considerados "trabalhadores sem qualificações" que foi essa a base, em 1974, para ser criado em Portugal o ordenado mínimo.

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