23/07/2020
SINAPE - Voluntarismo! Não. Profissionais de Corpo Inteiro? Sim! - SINAPE
TEM-SE ASSISTIDO A UMA PROGRESSIVA VONTADE DA TUTELA TRANSFORMAR PROFISSIONAIS DE ENSINO EM MESTRES DO VOLUNTARIADO.
O SINAPE É A FAVOR DO VOLUNTARIADO MAS CONTRA O VOLUNTARISMO.
O voluntariado é fator de solidariedade e bem-querer social que deve ser estimulado e acarinhado por ser complementar ao trabalho.
O voluntarismo está quase sempre relacionado com a transformação de trabalhadores indevidamente mal remunerados, ou seja, abaixo daquilo que devem e merecem transformando-os em "voluntários à força".
As atividades profissionais relacionadas com a Educação podem degenerar em voluntarismo pois a tutela (Governo/Ministério da Educação) sabem que por muito mal remunerados que os seus empregados sejam estes jamais abdicarão de darem o máximo de profissionalismo que têm.
Lidam com jovens. Lidam com Seres Humanos. Lidam com filhos. Lidam com gente. Mesmo que sejam remunerados como fazendo voluntarismo trabalharão sempre como profissionais.
O SINAPE É A FAVOR DO RESPEITO, OU SEJA, PELA JUSTA RETRIBUIÇÃO EM FUNÇÃO DA QUALIDADE DO TRABALHO DESENVOLVIDO.
A tutela não se pode aproveitar do profissionalismo e da responsabilidade dos Profissionais da Educação sabendo que estes jamais farão de uma Escola uma qualquer Fábrica de moldes.
O SINAPE COM MAIS DE 81 ANOS DE SERVIÇO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DOS JOVENS ESTÁ ATENTO E DEFENDERÁ SEMPRE OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO.
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O SINAPE É A FAVOR DO VOLUNTARIADO MAS CONTRA O VOLUNTARISMO.
O voluntariado é fator de solidariedade e bem-querer social que deve ser estimulado e acarinhado por ser complementar ao trabalho.
O voluntarismo está quase sempre relacionado com a transformação de trabalhadores indevidamente mal remunerados, ou seja, abaixo daquilo que devem e merecem transformando-os em "voluntários à força".
As atividades profissionais relacionadas com a Educação podem degenerar em voluntarismo pois a tutela (Governo/Ministério da Educação) sabem que por muito mal remunerados que os seus empregados sejam estes jamais abdicarão de darem o máximo de profissionalismo que têm.
Lidam com jovens. Lidam com Seres Humanos. Lidam com filhos. Lidam com gente. Mesmo que sejam remunerados como fazendo voluntarismo trabalharão sempre como profissionais.
O SINAPE É A FAVOR DO RESPEITO, OU SEJA, PELA JUSTA RETRIBUIÇÃO EM FUNÇÃO DA QUALIDADE DO TRABALHO DESENVOLVIDO.
A tutela não se pode aproveitar do profissionalismo e da responsabilidade dos Profissionais da Educação sabendo que estes jamais farão de uma Escola uma qualquer Fábrica de moldes.
O SINAPE COM MAIS DE 81 ANOS DE SERVIÇO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DOS JOVENS ESTÁ ATENTO E DEFENDERÁ SEMPRE OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO.
21/07/2020
Faz de Conta Que é Um Metro
QUEM PENSAVA QUE O SISTEMA MÉTRICO ESTAVA INVENTADO ENGANOU-SE!
QUANDO UM METRO NÃO É BEM UM METRO
Os cientistas do Ministério da Educação (ME) acabam de inventar o sistema métrico variável. Auxiliados pela DGS (esse de Saúde não é de Segurança, ou também é mas segurança na saúde).
Deixa de depender das condições de pressão e temperatura. Passa a depender do tamanho das salas de aula.
Em salas maiores um metro ME pode equivaler ao «Metro Padrão».
Em salas mais pequenas um metro ME pode equivaler a «Meio metro Padrão».
Ou seja, as unidades de comprimento têm que se adaptar à realidade física das salas de aula.
Azar para quem tem de lecionar e aprender em salas pequenas. Continuará à distância recomendada embora use o sistema de comprimento do ME. Variável.
O QUE ERAM DOIS METROS A SEIS MESES DE MEADOS DE SETEMBRO?
Distância de segurança anti pandemia.
O QUE PASSOU A METRO E MEIO A QUATRO MESES DE SETEMBRO!
Distância de segurança anti pandemia.
O QUE ESTÁ A PASSAR A UM METRO A DOIS MESES DE SETEMBRO!
Distância de segurança anti pandemia.
O QUE PROVAVELMENTE SERÁ TUDO AO MONTE E FÉ EM DEUS?
Distância de segurança anti pandemia quando se iniciar o ano letivo 2020/2021.
TODA A COMPONENTE HUMANA (DE ALUNOS A DIRETORES) DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO, DO PRÉ-ESCOLAR AO SECUNDÁRIO SÓ QUEREM ALGO MUITO SIMPLES.
Bom senso, responsabilidade, respeito e ponderação por parte da tutela. Governo com mais acuidade por parte do Ministério da Educação.
SINAPE - MAIS DE 81 ANOS A DEFENDER OS INTERESSES DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
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QUANDO UM METRO NÃO É BEM UM METRO
Os cientistas do Ministério da Educação (ME) acabam de inventar o sistema métrico variável. Auxiliados pela DGS (esse de Saúde não é de Segurança, ou também é mas segurança na saúde).
Deixa de depender das condições de pressão e temperatura. Passa a depender do tamanho das salas de aula.
Em salas maiores um metro ME pode equivaler ao «Metro Padrão».
Em salas mais pequenas um metro ME pode equivaler a «Meio metro Padrão».
Ou seja, as unidades de comprimento têm que se adaptar à realidade física das salas de aula.
Azar para quem tem de lecionar e aprender em salas pequenas. Continuará à distância recomendada embora use o sistema de comprimento do ME. Variável.
O QUE ERAM DOIS METROS A SEIS MESES DE MEADOS DE SETEMBRO?
Distância de segurança anti pandemia.
O QUE PASSOU A METRO E MEIO A QUATRO MESES DE SETEMBRO!
Distância de segurança anti pandemia.
O QUE ESTÁ A PASSAR A UM METRO A DOIS MESES DE SETEMBRO!
Distância de segurança anti pandemia.
O QUE PROVAVELMENTE SERÁ TUDO AO MONTE E FÉ EM DEUS?
Distância de segurança anti pandemia quando se iniciar o ano letivo 2020/2021.
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| Fórmulas de cálculo da distância de segurança anti pandemia «Made in ME/DGS» |
TODA A COMPONENTE HUMANA (DE ALUNOS A DIRETORES) DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO, DO PRÉ-ESCOLAR AO SECUNDÁRIO SÓ QUEREM ALGO MUITO SIMPLES.
Bom senso, responsabilidade, respeito e ponderação por parte da tutela. Governo com mais acuidade por parte do Ministério da Educação.
SINAPE - MAIS DE 81 ANOS A DEFENDER OS INTERESSES DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
14/07/2020
Porque Tem o Ensino Privado Mais Sucesso Que o Público?
TODOS OS ANOS HÁ CLASSIFICAÇÕES DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS E HÁ DUAS CERTEZAS.
Os estabelecimentos de ensino privado lideram essas classificações e nem sempre são as mesmas escolas. Incerteza é que lugar ocupa o primeiro estabelecimento de ensino público. Ficará entre o 21.º e o 30.º lugar ou entre o 31.º e o 40.º lugar?
Este ano foi assim (clicar). As duas escolas públicas melhor classificadas estão na segunda página, em 37.º e 39.º lugar.
As classificações obedecem a critérios específicos, por isso, dependendo da prioridade dada aos critérios há diferenças, mas são apenas de pormenor. O essencial é que o Ensino Público ocupa posições secundárias. Porquê?
É que já houve tempos e tempos (pois durou quase um século) em que o Ensino Público equiparava-se ao que de melhor oferecia o Ensino Privado, geralmente ligado à Igreja Católica.
Isso deixou de ocorrer, degradando-se esta paridade, continuamente, porquê?
Certamente não foi pelo corpo docente. O Ensino Público até terá professores mais experientes e melhor habilitados, embora as generalizações sejam sempre redutoras.
O corpo de auxiliares educativos não é certamente inferior no Ensino Público.
Os responsáveis pelos ciclos, diretores de turma, coordenadores e outros cargos não são inferiores.
Os diretores e corpo dirigente dos estabelecimentos públicos não fica, em nada, na globalidade, a dever a quem dirige colégios e externatos.
Então o que faz com que haja tanta diferença?
INVESTIMENTO DAS ENTIDADES "PROPRIETÁRIAS". E TAMBÉM SENSIBILIDADE.

No Ensino Privado o investimento é assegurado pelos encarregados de educação dos alunos que preferem pagar (e bem) em vez de colocar os educandos em estabelecimentos públicos onde duvidam da tutela, ou seja, do Ministério da Educação. E têm razão para isso. Resultado? Efeito «bola de neve». Cada vez há menos alunos de classes socialmente e economicamente mais abastadas com consequências nefastas para o Ensino Público.
Um erro pois haver alunos de todas as classes sociais é já por si um bom início de aprendizagem para a vida. Perceber que só estudando alguém de uma classe mais baixa pode ascender socialmente. E para quem pertence a uma classe mais alta perceber que a realidade do Mundo é diferente do meio familiar onde vivem.
Esta diversidade está a perder-se por inteira responsabilidade da falta de sensibilidade do Ministério da Educação. E vai ter custos sociais - e de cidadania - elevados pois parecerão irreversíveis, embora nada seja irreversível a não ser a morte.
O SINAPE COM MAIS DE 81 ANOS DE SERVIÇO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DOS JOVENS ESTÁ ATENTO E TUDO FAZ PARA QUE ESTA SITUAÇÃO NÃO SEJA ESQUECIDA ALERTANDO A TUTELA.
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Os estabelecimentos de ensino privado lideram essas classificações e nem sempre são as mesmas escolas. Incerteza é que lugar ocupa o primeiro estabelecimento de ensino público. Ficará entre o 21.º e o 30.º lugar ou entre o 31.º e o 40.º lugar?
Este ano foi assim (clicar). As duas escolas públicas melhor classificadas estão na segunda página, em 37.º e 39.º lugar.
As classificações obedecem a critérios específicos, por isso, dependendo da prioridade dada aos critérios há diferenças, mas são apenas de pormenor. O essencial é que o Ensino Público ocupa posições secundárias. Porquê?
É que já houve tempos e tempos (pois durou quase um século) em que o Ensino Público equiparava-se ao que de melhor oferecia o Ensino Privado, geralmente ligado à Igreja Católica.
Isso deixou de ocorrer, degradando-se esta paridade, continuamente, porquê?
Certamente não foi pelo corpo docente. O Ensino Público até terá professores mais experientes e melhor habilitados, embora as generalizações sejam sempre redutoras.
O corpo de auxiliares educativos não é certamente inferior no Ensino Público.
Os responsáveis pelos ciclos, diretores de turma, coordenadores e outros cargos não são inferiores.
Os diretores e corpo dirigente dos estabelecimentos públicos não fica, em nada, na globalidade, a dever a quem dirige colégios e externatos.
Então o que faz com que haja tanta diferença?
INVESTIMENTO DAS ENTIDADES "PROPRIETÁRIAS". E TAMBÉM SENSIBILIDADE.

No Ensino Privado o investimento é assegurado pelos encarregados de educação dos alunos que preferem pagar (e bem) em vez de colocar os educandos em estabelecimentos públicos onde duvidam da tutela, ou seja, do Ministério da Educação. E têm razão para isso. Resultado? Efeito «bola de neve». Cada vez há menos alunos de classes socialmente e economicamente mais abastadas com consequências nefastas para o Ensino Público.
Um erro pois haver alunos de todas as classes sociais é já por si um bom início de aprendizagem para a vida. Perceber que só estudando alguém de uma classe mais baixa pode ascender socialmente. E para quem pertence a uma classe mais alta perceber que a realidade do Mundo é diferente do meio familiar onde vivem.
Esta diversidade está a perder-se por inteira responsabilidade da falta de sensibilidade do Ministério da Educação. E vai ter custos sociais - e de cidadania - elevados pois parecerão irreversíveis, embora nada seja irreversível a não ser a morte.
O SINAPE COM MAIS DE 81 ANOS DE SERVIÇO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DOS JOVENS ESTÁ ATENTO E TUDO FAZ PARA QUE ESTA SITUAÇÃO NÃO SEJA ESQUECIDA ALERTANDO A TUTELA.
09/07/2020
Contratar Quase Aposentados
PARA ONDE QUEREM LEVAR A ESCOLA PÚBLICA EM PORTUGAL?
É assim que se pensa, estuda e planeia o Futuro do Ensino?
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É assim que se pensa, estuda e planeia o Futuro do Ensino?
02/07/2020
Ano Letivo 2020/2021
APESAR DE TODAS AS INCERTEZAS OS DOCENTES E TODOS OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DIRÃO MAIS UMA VEZ E COMO SEMPRE.. PRESENTES!
Como se sabe o ano letivo que está a terminar - 2019/2020 - ficará marcado por todo o envolvimento que a pandemia da COVID - 19 trouxe a toda a sociedade portuguesa bem como ao Mundo, na sua globalidade.
Improviso versus Planeamento (2019/2020)
O Ministério da Educação (dentro da ação de todo o Governo) foi obrigado a reagir (em vez de agir) rapidamente, como se costuma dizer "de um momento para o outro" pois os portugueses decidiram reduzir ao mínimo a sua atividade, em meados de março, quando os vários ministérios "andavam aos papéis" decidindo depois pelo confinamento obrigatório num rol sucessivo de contra e pró-decisões. Como nos recordamos o CNS era contra o fecho das Escolas (clicar) em 11 de março. Até se decidia em termos de antecipar as "Férias da Páscoa" quando os sindicatos ligados à Educação consideravam que isso era aligeirar as responsabilidades perante a pandemia como se a atitude fosse de ligeireza em vez de preocupação. Depois tudo mudou.
Improviso versus Planeamento (2020/2021)
O ano letivo que se aproxima já não se pode compadecer destas indecisões pois há tempo suficiente para prever cenários e ter planos de ação condizentes com o que pode ocorrer, desde a diminuição do perigo de contágio (e consequente retoma da normalidade pré-pandemia) até estar precavido perante a possibilidade de uma segunda vaga. Como se provou em março o Sistema Educativo é a a pedra angular de toda a estruturação sócio-económica da civilização ocidental. As Escolas são muito mais que locais de ensino/aprendizagem pois o seu fecho prolongado obriga a que grande parte da população fique bloqueada pois os jovens, desde bebés a adolescentes sem lugar para estarem ocupados obrigam os parentes a ficarem junto deles. Com a agravante de uma pandemia que afeta população mais idosa e com problemas crónicos de saúde inviabilizar uma outra opção, ou seja, recorrer a estes familiares.
Assim o SINAPE estará atento e será exigente
A dois meses do início do ano letivo 2020/21 há oito pontos em que o Sindicato de Educação mais antigo, com 81 anos de experiência, não deixará de alertar a tutela e responsabilizar quem de direito:
1. O ano escolar a iniciar em setembro deverá manter-se presencial, universal tendo a correspondente equidade territorial e social;
2. A composição das turmas deve respeitar a norma de distanciamento social - 14 alunos por sala de aula - adaptada às condições físicas dos espaços;
3. A impossibilidade de dar cumprimento ao que é exigido, por restrições orçamentais no recrutamento de professores e incapacidade física de adaptar os espaços, obrigará a soluções provisórias e transitórias, como desdobrar as turmas por dois turnos, tendo como opção esse desdobramento ser diário ou semanal;
4. Haverá necessidade de ter uma sinalética simples e eficiente dentro de cada recinto escolar que permita manter o distanciamento social no exterior das salas de aula: horários diferenciados nos diferentes pavilhões e pisos; intervalos desencontrados; respeito pelas normas de higienização durante a atividade escolar; e controlo sanitário eficaz à entrada do espaço escolar e no acesso aos pavilhões ou pisos;
5. A contratação de assistentes operacionais, alterando o rácio regulamentado pré-pandemia, é a única forma eficiente de garantir o cumprimento das normas em todo o recinto;
6. A tutela deverá equipar os docentes e discentes com material informático adequado, uniforme (igual para todos, de modo ao nível económico de cada agregado familiar não se sobrepor à igualdade na Escola Pública) que será pertença de cada estabelecimento escolar, por isso cedido por empréstimo, para poder haver a utilização de ensino à distância e reuniões por videoconferência sempre que tal se justifique;
7. Tendo em consideração fatores de imprevisibilidade deverá haver um "plano B" em termos de calendarização do ano letivo 2020/2021, bem como do os currículos essenciais e acessórios;
8. Toda a atividade escolar deverá ser acompanhada pelos Delegados Regionais de Saúde Pública, que sinalizarão com rigor, a cada momento, se o estabelecimento de ensino reúne as condições mínimas para continuar em funcionamento.
SINAPE: SEMPRE RESPONSÁVEL E ATENTO
SINAPE: CRIAMOS O FUTURO
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Como se sabe o ano letivo que está a terminar - 2019/2020 - ficará marcado por todo o envolvimento que a pandemia da COVID - 19 trouxe a toda a sociedade portuguesa bem como ao Mundo, na sua globalidade.
Improviso versus Planeamento (2019/2020)
O Ministério da Educação (dentro da ação de todo o Governo) foi obrigado a reagir (em vez de agir) rapidamente, como se costuma dizer "de um momento para o outro" pois os portugueses decidiram reduzir ao mínimo a sua atividade, em meados de março, quando os vários ministérios "andavam aos papéis" decidindo depois pelo confinamento obrigatório num rol sucessivo de contra e pró-decisões. Como nos recordamos o CNS era contra o fecho das Escolas (clicar) em 11 de março. Até se decidia em termos de antecipar as "Férias da Páscoa" quando os sindicatos ligados à Educação consideravam que isso era aligeirar as responsabilidades perante a pandemia como se a atitude fosse de ligeireza em vez de preocupação. Depois tudo mudou.
Improviso versus Planeamento (2020/2021)
O ano letivo que se aproxima já não se pode compadecer destas indecisões pois há tempo suficiente para prever cenários e ter planos de ação condizentes com o que pode ocorrer, desde a diminuição do perigo de contágio (e consequente retoma da normalidade pré-pandemia) até estar precavido perante a possibilidade de uma segunda vaga. Como se provou em março o Sistema Educativo é a a pedra angular de toda a estruturação sócio-económica da civilização ocidental. As Escolas são muito mais que locais de ensino/aprendizagem pois o seu fecho prolongado obriga a que grande parte da população fique bloqueada pois os jovens, desde bebés a adolescentes sem lugar para estarem ocupados obrigam os parentes a ficarem junto deles. Com a agravante de uma pandemia que afeta população mais idosa e com problemas crónicos de saúde inviabilizar uma outra opção, ou seja, recorrer a estes familiares.
Assim o SINAPE estará atento e será exigente
A dois meses do início do ano letivo 2020/21 há oito pontos em que o Sindicato de Educação mais antigo, com 81 anos de experiência, não deixará de alertar a tutela e responsabilizar quem de direito:
1. O ano escolar a iniciar em setembro deverá manter-se presencial, universal tendo a correspondente equidade territorial e social;
2. A composição das turmas deve respeitar a norma de distanciamento social - 14 alunos por sala de aula - adaptada às condições físicas dos espaços;
3. A impossibilidade de dar cumprimento ao que é exigido, por restrições orçamentais no recrutamento de professores e incapacidade física de adaptar os espaços, obrigará a soluções provisórias e transitórias, como desdobrar as turmas por dois turnos, tendo como opção esse desdobramento ser diário ou semanal;
4. Haverá necessidade de ter uma sinalética simples e eficiente dentro de cada recinto escolar que permita manter o distanciamento social no exterior das salas de aula: horários diferenciados nos diferentes pavilhões e pisos; intervalos desencontrados; respeito pelas normas de higienização durante a atividade escolar; e controlo sanitário eficaz à entrada do espaço escolar e no acesso aos pavilhões ou pisos;
5. A contratação de assistentes operacionais, alterando o rácio regulamentado pré-pandemia, é a única forma eficiente de garantir o cumprimento das normas em todo o recinto;
6. A tutela deverá equipar os docentes e discentes com material informático adequado, uniforme (igual para todos, de modo ao nível económico de cada agregado familiar não se sobrepor à igualdade na Escola Pública) que será pertença de cada estabelecimento escolar, por isso cedido por empréstimo, para poder haver a utilização de ensino à distância e reuniões por videoconferência sempre que tal se justifique;
7. Tendo em consideração fatores de imprevisibilidade deverá haver um "plano B" em termos de calendarização do ano letivo 2020/2021, bem como do os currículos essenciais e acessórios;
8. Toda a atividade escolar deverá ser acompanhada pelos Delegados Regionais de Saúde Pública, que sinalizarão com rigor, a cada momento, se o estabelecimento de ensino reúne as condições mínimas para continuar em funcionamento.
SINAPE: SEMPRE RESPONSÁVEL E ATENTO
SINAPE: CRIAMOS O FUTURO
19/03/2020
Dia do Pai
ASSINALA O DIA DE SÃO JOSÉ, PAI DE JESUS CRISTO.
Foi assinalado pela primeira vez em 1909 nos E.U.A. tornando-se celebração nacional em 1972 sendo depois adotado na maior parte dos países do Mundo, embora a data seja diferente conforme a religião dominante.
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Foi assinalado pela primeira vez em 1909 nos E.U.A. tornando-se celebração nacional em 1972 sendo depois adotado na maior parte dos países do Mundo, embora a data seja diferente conforme a religião dominante.
15/03/2020
Dia Mundial dos Direitos do Consumidor
O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi instituído por John F.
Kennedy, ex-presidente dos Estados Unidos da América, precisamente a 15
de março de 1962.
O presidente dos E.U.A. Kennedy defendeu os quatro direitos fundamentais dos consumidores:
1. direito à segurança;
2. direito à informação;
3. direito à escolha;
4. direito a ser ouvido.
1. direito à proteção da saúde e segurança;
2. direito à qualidade dos bens ou serviços;
3. direito à proteção dos interesses económicos;
4. direito à prevenção e à reparação de prejuízos;
5. direito à formação e à educação para o consumo;
6. direito à informação para o consumo;
7. direito à representação e consulta;
8. direito à proteção jurídica e a uma justiça acessível e pronta.
Os consumidores podem reclamar utilizando para o efeito o Livro de Reclamações, obrigatório em todos os estabelecimentos públicos e privados. Em alternativa podem apresentar uma reclamação online, diretamente no site do portal do consumidor.
Conselho SINAPE: Se és consumidor pagante exige ser respeitado e considerado.
SINAPE: PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
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O presidente dos E.U.A. Kennedy defendeu os quatro direitos fundamentais dos consumidores:
1. direito à segurança;
2. direito à informação;
3. direito à escolha;
4. direito a ser ouvido.
Direitos do consumidor em Portugal
Em Portugal, os direitos do consumidor encontram-se consagrados na Constituição da República Portuguesa e pela Lei de Defesa do Consumidor (lei 24/96 de 31 de julho):1. direito à proteção da saúde e segurança;
2. direito à qualidade dos bens ou serviços;
3. direito à proteção dos interesses económicos;
4. direito à prevenção e à reparação de prejuízos;
5. direito à formação e à educação para o consumo;
6. direito à informação para o consumo;
7. direito à representação e consulta;
8. direito à proteção jurídica e a uma justiça acessível e pronta.
Os consumidores podem reclamar utilizando para o efeito o Livro de Reclamações, obrigatório em todos os estabelecimentos públicos e privados. Em alternativa podem apresentar uma reclamação online, diretamente no site do portal do consumidor.
Definição de consumidor
Considera-se consumidor todo aquele a quem sejam fornecidos bens, prestados serviços ou transmitidos quaisquer direitos, destinados a uso não profissional, por pessoa que exerça com caráter profissional uma atividade económica que vise a obtenção de benefícios.Conselho SINAPE: Se és consumidor pagante exige ser respeitado e considerado.
SINAPE: PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
11/03/2020
Gripe? Que Gripe?
NÃO ENTRAR EM PÂNICO E SER CONSCIENTE PERANTE A SUA SAÚDE E A DOS OUTROS.
Há algumas diferenças entre a gripe sazonal (geralmente de inverno) e o coronavírus. Estar informado é ter mais consciência do problema. O quadro resume as diferenças mas como todas as simplificações é redutora. Nunca dispensem o contacto com as linhas telefónicas e os procedimentos indicados, como prioritários, pelos organismos oficiais que coordenam a tentativa de estancar esta doença viral extremamente contagiosa que se tornou pandemia.
O ex-diretor geral de saúde, Francisco George é um médico de excelência que convém ouvir/ler com atenção (clicar).
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Há algumas diferenças entre a gripe sazonal (geralmente de inverno) e o coronavírus. Estar informado é ter mais consciência do problema. O quadro resume as diferenças mas como todas as simplificações é redutora. Nunca dispensem o contacto com as linhas telefónicas e os procedimentos indicados, como prioritários, pelos organismos oficiais que coordenam a tentativa de estancar esta doença viral extremamente contagiosa que se tornou pandemia.
O ex-diretor geral de saúde, Francisco George é um médico de excelência que convém ouvir/ler com atenção (clicar).
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